segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

15 lugares abandonados INCRÍVEIS!

A fotografia tem o poder de eternizar em imagens os momentos mais felizes da nossa trajetória, assim como os grandes eventos da humanidade. Só que ela também tem a capacidade de registrar a decadência de construções imponentes que, no decorrer do tempo, foram abandonadas e se transformaram em paisagens aterradoras.
Para mostrar a efemeridade desses espaços, nós selecionamos algumas imagens que revelam que nem o mais suntuoso dos projetos de engenharia está a salvo de um dia cair no esquecimento e se tornar insignificante. Confira:

1. Galeria subterrânea do palácio da Regaleira, em Sintra, em Portugal

 (Reprodução/Bright Side)

2. Gávea Tourist Hotel, no Rio de Janeiro (RJ)

 (Reprodução/Extra)

3. Usina nuclear abandonada, em Charleroi, na Bélgica


                                                       (Reprodução/Distactify)

4. Navio mercante naufragado no Mar Vermelho


                                                      (Reprodução/Bright Side)

5. Interior de uma igreja abandonada, em Detroit, nos Estados Unidos


                                                     (Reprodução/Bright Side)

6. Antiga sede do partido comunista da Bulgária, na cidade de Buzludzha

                                                      (Reprodução/Distactify)

7. Hotel del Salto, em Soacha, na Colômbia

                                                       (Reprodução/Bright Side)


8. Shi Cheng, cidade submersa na China

                                                     (Reprodução/Mega Curioso)

9. Ilha Hashima, no Japão

                                                       (Reprodução/Distactify)

10. Orpheum Auditorium, em New Bedford, nos Estados Unidos

                                                       (Reprodução/Distactify)

11. Château Miranda, em Celles, na Bélgica

                                                    (Reprodução/Distactify)

12. Ruínas de um antigo castelo da cidade de Sintra, em Portugal

                                                     (Reprodução/Bright Side)

13. Túnel ferroviário desativado, em Paris, na França

                                                (Reprodução/Bright Side)

14. Carcaça de um navio encalhado, em County Louthy, na Irlanda

                                                   (Reprodução/Bright Side)

15. Discoteca abandonada após incêndio, em Hagenbrunn, na Áustria

                                                    (Reprodução/Distactify)




FONTE(S) DISTRACTIFY  BRIGHT SIDE  EXTRA
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9 Fotos misteriosas sem explicação

1 - Falcon Lake



O caso Falcon Lake refere-se a um estranho objeto voador não identificado que foi avistado próximo a Falcon Lake, Manitoba, Canada. O incidente aconteceu no dia 20 de maio de 1967 e foi testemunhado por Stefan Michalak, Este sujeito da imagem de cima. 
Ele estava de férias e passeando no parque próximo à província de Whiteshell, quando percebeu a presença de dois objetos com o formato de um charuto descendo do céu. um deles pousou próximo a ele. 

Michelak disse que viu a porta da nave se abrindo e ouviu vozes saindo de dentro do objeto. Ele tentou um contato com os tripulantes em inglês e em outras línguas, mas não obteve resposta. Ele afirma que o objeto estava envolvido por um vidro colorido, uma espécie de campo de força, e disse que se queimou quando tentou examinar o vidro, e que havia pequenos exaustores dispostos como em uma grade, que expeliram um gás que queimaram sua roupa e sua barriga. bem, ou ele está falando a verdade ou estava muito doidão no churrasco e deitou a pança na grelha.

2- Gambá Macaco



Em 2000 surgiram duas fotografias de um suposto animal apelidado de "Gambá Macaco". As fotografias foram tiradas por uma mulher anônima, e enviadas para análise na Flórida, EUA. Junto com as fotografias havia uma carta da mulher, na qual o tal macaco tinha entrado em seu quintal para roubar maçãs, entrando pelos fundos de sua casa. 

Ela imaginou que o macaco era um orangotango que havia fugido de algum zoológico. Não demorou muito até que entusiastas da criptozoologia o apelidassem de "Gambá Macaco".

3- Satélite Black Knight


Na órbita de nosso planeta existe um misterioso objeto escuro datado de 13 mil anos atrás. Sua origem e propósito são uma incógnita. O objeto foi apelidado de "Black Knight". Acredita-se que o tal satélite misterioso foi supostamente colocado em órbita de nosso planeta para transmitir sinais da Terra, trabalhando como um espião alienígena. 

Astronautas da NASA ainda não sabem ao certo seu propósito. Sabe-se, no entanto, que só há 60 anos que nós seres humanos conseguimos adquirir tecnologia necessária para lançar um objeto feito pelo homem no espaço. Nikola Tesla, quando testava sinais de rádio (sim, ele fez isso antes de Marconi) supostamente teria interceptado sinais desse objeto. 

4- Imortal do World Trade Center


Nestas duas fotos é possível avistar algo surpreendente: uma mulher está em pé e em ótimo estado na Torre sul do World Trade Center. logo após um avião ter se chocado com o prédio no famoso 11 de setembro. O nome da mulher é Edna Clinton, e muitos dizem que ela foi uma das sobreviventes. O mais difícil é explicar como ela foi capaz de sobreviver ao atentado estando no mesmo andar em que o avião atingiu o prédio e ainda conseguir sair do edifício antes de desmoronar.

5- O astronauta fantasma


Era pra ser a foto de uma doce garotinha segurando um ramalhete de flores, mas... Um estranho elemento aparece no fundo da foto. O mais intrigante é que, segundo o pai, aquele figura estranha não estava lá no fundo quando a foto foi tirada. Ele levou a foto para ser analisada e foi constatado que não houve nenhuma alteração nela. A foto ficou conhecida como " O Astronauta delta de Solway", porque de acordo com o pai da menina, "o elemento cabuloso que apareceu na foto parece estar com roupa de astronauta". 

6- Luzes do vale Hessdalen


Luzes incomuns são registradas no vale Hessdalen, na Noruega, desde 1940. Uma alta atividade destas luzes ocorreu entre Dezembro de 1981 e até o verão de 1984, quando as luzes foram observadas 15 a 20 vezes por semana. 
A frequência das luzes fizeram com que inúmeros turistas se hospedassem lá durante a noite para ver o fenômeno. Desde então, a atividade diminiu e agora as luzes são observadas somente umas 10 ou 20 vezes por ano.

As luzes de Hessdalen na maioria das vezes são brancas ou amarelas, de origem desconhecida. Às vezes a luz pode ser vista durante mais de uma hora. Existem vários outros tipos de luzes inexplicáveis que são observadas no vale Hessdalen.

Não há até agora explicação convincente para a origem dessas luzes. No entanto, há inúmeras hipóteses que são discutidas sobre o assunto. uma delas atribui o fenômeno a um incompreendido processo de combustão no ar envolvendo nuvens de poeira do chão do vale que contém escândio (um metal).

Alguns avistamentos, porém, foram identificados como equívocos de pessoas que se confundiram com estrelas, aeronaves, faróis de carro, miragens e etc. Há também quem atribua esse fenômeno como uma atividade ufológica

7- A batalha de Los Angeles


Uma foto publicada no jornal americano Los Angeles Times em 26 de fevereiro de 1942 foi citada por teóricos da conspiração e ufólogos como uma evidência de uma visita extraterrestre na Terra. 

Eles afirmam que a foto mostra claramente holofotes focados em uma nave alienígena, No entanto, a foto foi fortemente modificada antes da publicação. uma prática rotineira nas gráficas na época, com o objetivo de melhorar o contraste de fotos preto e branco. O próprio jornalista e escritor do Los Angeles Times, Larry Harnish, observou na época que a foto havia sido retocada.

Em contrapartida, fica válido ressaltar que na época do ocorrido, ao avistar diversas luzes acima da cidade, pensaram se tratar de uma invasão dos nazistas. Então, pregaram bala em direção às luzes, sem obter sucesso, pois não eram aviões nazistas. ai ficou o mistério: seriam as luzes, naves alienígenas?

8- O Viajante do tempo


Acredita-se que esta fotografia é a evidência mais concreta que existe de que nós humanos descobrimos uma forma de viajar no tempo. A fotografia foi capturada em 1941 na reinauguração da South Forks Bridge, no Canadá. Um rapaz com vestimenta moderna e um estilão "moderninho demais" pra época, e ainda com uma câmera DSLR que aparentemente era muito avançada para época. Ele está à direita da foto com óculos escuro, camiseta estampada (bem estranho para época) e a dita cuja câmera na mão. A foto realmente é real, não há nenhuma montagem; no entanto, alguns afirmam que os itens que aparecem na foto já existiam na época e outros afirmam o contrário.

9- O corpo no teto


Nada mais desagradável do que você tirar aquela foto bacana com as titias e quando a foto é revelada, aparece nada mais, nada menos, do que uma alma penada de brinde, Bizarro, sem explicação, mas aconteceu com a família Cooper. O fato aconteceu após a família ter se mudado para o Texas, EUA. Eles ficaram surpresos ao se deparar com a presença de um corpo caindo do teto na foto. O resultado foi um clássico "Photobomb", só que com o gasparzinho.
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

15 fotos que te causarão desconforto ou medo!


Na história do Planeta Terra têm ocorrido muitos eventos obscuros que a maior parte de nós desconhe. Nem tudo foi registrado, porque a fotografia é uma invenção relativamente nova. Mas desde a invenção da câmera (e principalmente em seus primórdios, porque o preto-e-branco é assustador por conta própria), uma série de imagens estranhas e assustadoras foram registradas.

1. Eles acariciam as cabeças dos cavalos e vacas que morreram na neve…


2. Uma avó camponesa com uma múmia


Na Itália, havia pessoas que tinham a tradição de mumificar seus mortos.

3. Em 1937 havia bichos como esse? Não sabemos, mas ainda bem que estamos no século 21.


4. Um casal recém-casado nas Ilhas Izu


Essa ilha japonesa tinha o ar carregado de enxofre devido a erupções vulcânicas. As pessoas tinham que usar máscaras para se protegerem constantemente.

5. Que tal esse boneco para fazer seu filho dormir? 


6. A guerra muda as pessoas 


7. Estátuas de crianças que dançam em torno de um crocodilo em meio a um cenário apocalíptico.


8. Fotografar com mortos era uma tradição 


9. Essa família tem refletido o mal em seus olhos


10. O resultado de um incêndio em um museu de cera


11. Como será que eram seus rostos reais? 


12. Ela morreu após beber em excesso seu próprio sangue


Esta mulher cometeu suicídio ingerindo grandes quantidades de seu próprio sangue. Seu nome era Loana Constantinescu.

13. Sua expressão é aterrorizante


14. Esperamos que seja um efeito de luz 


15. E por último, uma fotografia que causa sentimentos estranhos em quem a vê.



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Tribo amazônica nunca antes contatada é descoberta, confira: [FOTOS]



"As imagens são mais uma prova da existência de povos indígenas completamente isolados".

Enquanto a maioria de nós vive com relativa segurança e conforto, há pessoas vivendo fora  dessas zonas de conforto criadas pelo governo.



Por exemplo, há muitas tribos que não têm contato com a civilização pelo simples fato de não querer cair nas mãos do sistema e vivem em áreas longe de qualquer vestígio humano. Só eles e seu modo de vida em ambientes naturais.



Depois de assistirem a um documentário da BBC chamado “Planet Earth”, onde fotos de uma tribo na Amazônia peruana foram registradas, muitos tentaram chegar a esses lugares escondidos e recolher mais informações.


As fotografias, capturadas por Guilherme Gripper Trevisan, mostram uma tribo de cerca de 100 pessoas nas selvas do Brasil, perto da fronteira com a Venezuela.


É uma tribo de índios Yanomami, que estão, infelizmente, em perigo de ser eliminada na presença de vários mineiros ilegais de ouro, que contaminaram a água com mercúrio, de acordo com uma denúncia da ONG Survival.



Nas imagens aéreas de Guilherme Gnipper Trevisan / Hutukara, distribuídas pela Survival, você pode ver um grupo de seres humanos em torno de uma oca em uma aldeia Yanomamiem, no meio da selva brasileira, observando o helicóptero a partir do qual as fotos foram feitas.


Os Yanomami, segundo a Survival, são os povos indígenas mais isolados da América do Sul.


Antes da criação da reserva, muitos indígenas foram mortos pela violência dos colonos, e pela disseminação de doenças como gripe e sarampo.



Sabe-se que os índios Yanomami expressaram “claramente o seu desejo de serem deixados sozinhos, fugindo de estranhos e evitando os membros contatados da tribo.”


O diretor da Survival International, Stephen Corry, alertou que as imagens “são mais uma prova da existência de povos indígenas isolados. Eles não são selvagens, e seus direitos devem ser respeitados”.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Insetos e aracnídeos bonitinhos? Veja essas fotos

A maior parte dos insetos mais comuns despertam doses variadas de indiferença, asco e horror destrambelhado — incrível o que uma inocente barata pode conseguir quando surpreende determinado tipo de espectador. Mas se a maioria desses bichinhos é “bela” apenas aos olhos de um entomologista dedicado, fato é que existe alguns que, vá lá, são mesmo inegavelmente charmosos.

Afinal, o que dizer de uma lagarta que se parece com uma cobra de desenho animado? Ou, quem sabe, uma bela esperança cor-de-rosa, parecendo-se com um bicho de pelúcia? De fato, até os zangões, relativamente comuns, revelam uma beleza pouco óbvia caso alguém os registre em um bom ângulo. Isso para não falar no besouro joia, que além de “imagem” também tem “conteúdo” — sendo capaz de detectar fogo a quilômetros de distância.

Certamente vale a pena conferir algumas dessas criaturas tão incrivelmente singulares. A lista abaixo foi originalmente organizada pelo site Dose e traz ainda a participação especial de uma aranha — ok, não é um inseto, mas é pequeno e possui um sorriso estampado no dorso... Então, passa.

Esperança cor-de-rosa


Se parece com um gafanhoto mas, de fato, é uma “esperança”, inseto da família Tettigoniidae. E ela é cor-de-rosa. Mas o visual de doce de padaria tem, é claro, uma explicação científica. Trata-se de uma anomalia genética conhecida como “eritrismo”, bastante similar ao albinismo.

A primeira esperança cor-de-rosa foi descoberta em 1887, sendo consideravelmente rara. De acordo com os pesquisadores, há, em média, apenas um nascimento em cada população de 500 insetos.

Naturalmente, a sua permanência na natureza também é prejudicada pelo visual “cheguei!”. Trata-se da evolução natural da espécie: as esperanças verdes conseguem se ocultar mais facilmente entre a vegetação — a despeito de outros exemplares alaranjados, amarelos... Ou cor-de-rosa.

Gafanhoto “macaco” (ou “palito de fósforo”)



Seguindo pela via mais chamativa da natureza,  há aqui o chamado  monkey Hopper, ou gafanhoto-macaco.   Há   também quem chame essa criaturazinha bastante singular de gafanhoto  “palito de fósforo”  —  basta  olhar  para  as  suas “pernas”  para entender o porquê. Trata-se de  uma  mistura  bastante  impressionante  de  azul, alaranjado e tonalidades  afins.  E, convenhamos,  a  pose  para a  fotografia  acima  também ajudou.

Aranha-cara-feliz



E vamos nós para a excessão aracnídea deste artigo. Medindo em média 5 milímetros de comprimento, a aranha-cara-feliz pode apresentar diversos padrões de traços e cores sobre o seu dorso — normalmente, o resultado se parece muito com uma “carinha feliz” ou mesmo com um “arlequim choroso” (?!).

Esse animal singular é originário das ilhas do Havaí. Dependendo da ilha em que aparece, a aranha-cara-feliz apresenta padrões gráficos distintos. De fato, as figuras também são definidas pela alimentação específica de cada exemplar. De qualquer forma, acredita-se que os desenhos servem para espantar predadores — excluindo-se aqueles com câmeras fotográficas nas mãos, naturalmente.

Zangão


Zangão é o nome dado ao macho de diversas espécies de abelhas sociais. Trata-se, basicamente, de um animal orientado para a proteção da colmeia e para a reprodução — embora, curiosamente, o próprio nasça de um ovo não fecundado (pois é, a rainha “se vira”). E, é claro, eles também evocam momentaneamente a composição do vídeo abaixo.

Os zangões não possuem nem órgãos de ataque ou relacionados ao trabalho, como no caso das operárias. Entretanto, são consideravelmente maiores — e também ficam muito bem na foto. E também possuem um belo talento: são capazes de detectar abelhas-rainha virgens a uma distância de até 10 quilômetros.

Percevejo


A Pentomidae é uma família de insetos pertencentes à ordem Hemiptera. O nome vem de suas antenas com cinco segmentos — como se pode ver no percevejo altamente fotogênico da imagem acima. Como boa parte das espécies se alimenta de grãos como o gergelim, a família é, por vezes, considerada como praga agrícola.

Donzelinha



Não por acaso, as donzelinhas se parecem muito com as libélulas, já que ambas pertencem à mesma ordem, a Odonata. Na verdade, trata-se aqui da subordem Zygoptera. Além de (eventualmente) belos, são animais com corpo fusiforme, abdome bastante alongado, olhos compostos e dois pares de asas semitransparentes.

As donzelinhas são predadoras de outros insetos, alimentando-se sobretudo de mosquitos e moscas. Assim como as libélulas, os animais da Zygoptera têm predileção por habitats em que exista água estagnada (poços, lagos etc.), em zonas pantanosas ou nas proximidades de ribeiros e riachos. Suas larvas são carnívoras e bastante agressivas, podendo até mesmo se alimentar de girinos e peixes jovens.

Besouro-joia


Eis aqui um sujeito igualmente belo e útil (do ponto de vista humano e tal). A descoberta do besouro-joia é relativamente recente, assim como sua excepcional habilidade de detectar chamas em florestas a uma distância de aproximadamente 80 quilômetros. Além disso, seus receptores incrivelmente sensíveis permitem que consiga ouvir uma madeira estalando e mesmo a presença de produtos de combustão.

O besouro-joia foi descoberto e superficialmente descrito pelo entomologista canadense William George Evans. O Dr. Evans insistia, de fato, que esse curioso besouro possuía receptores de infravermelho — o que acabou mesmo por ser comprovado. A detecção não ocorre por acaso, já que alguns desses animais dependem de um habitat com madeira queimada para sobreviver.

Lagarta da Papilio troilus


Se parece com uma pequena cobra, mas se trata de uma lagarta. E, respondendo à pergunta que você pode se fazer neste momento, não. Não são olhos de verdade ali. A lagarta da borboleta Papilio troilus é dotada de uma função evolutiva conhecida como “mimetismo”. Basicamente, assim como, possivelmente, conseguiu enganá-lo, a esperta lagarta também consegue se passar por cobra aos olhos de predadores em potencial — sobretudo pássaros.

Cigarrinha vesga


Particularmente, preciso dizer que tenho a certeza de já ter visto esse animalzinho muito peculiar em algum desenho animado. Assim como outros membros da família Dictyopharidae, a cigarrinha “vesga” da imagem acima possui antenas ao lado da cabeça, abaixo dos olhos compostos. Embora não seja encontrada no Brasil, há aqui a família Fulgoridae, bastante semelhante, da qual é membro o inseto conhecido como “cobra voadora”.

Mariposa rosada maple


Da família Saturniidae, esse curioso inseto tem envergadura entre 32 e 44 milímetros... E também se parece consideravelmente com um doce de padaria. Com antenas cor-de-rosa e corpos amarelos — mais uma série de detalhes que parecem ter sido “de propósito” —, esses animais apresentam apenas algumas pequenas distinções entre machos e fêmeas. Basicamente, os machos possuem mais pelos nas antenas (sem analogias, por favor).


Seu nome em inglês, “rosy maple moth”, se deve à sua alimentação favorita, as árvores do gênero Maple (Acer) —sobretudo o Red Maple, o Silver Maple e o Sugar Maple. Entretanto, a alimentação não ocorre na fase adulta, por conta do aparelho bucal atrofiado.

Formiga-panda


Na verdade, a formiga-panda não é uma formiga, mas sim uma vespa. Encontrada no Chile, há quem chame esse inseto também de formiga veludo, dada a sua grande quantidade de pelos. Além do preto e branco, lembrando pandas, esses animais também podem trazer padrões de castanho avermelhado e dourado.

Ademais, seu exoesqueleto extremamente duro permite que a formiga-panda invada diversos ninhos, sendo capaz de reter a umidade — mesmo nas regiões secas e arenosas em que normalmente é encontrada.

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